Localizado no Centro histórico do Rio de Janeiro, entre a Lapa e a Cinelândia,
o Passeio Público é o primeiro parque ajardinado do Brasil, e foi concebido por um dos maiores artistas do período colonial brasileiro: Mestre Valentim da Fonseca e Silva. Construído em 1783, o Passeio Público foi o grande ponto de encontro da população carioca nos séculos XVIII e XIX. Em seu interior podia-se contemplar, além de variadas espécies da flora nacional, obras de arte confeccionadas por Mestre Valentim, como chafarizes, esculturas e pirâmides. O Site Passeio Público deseja resgatar a história do parque, lembrando sua criação, suas intervenções - como a reforma Glaziou, seu rico acervo artístico, e os principais acontecimentos ocorridos no jardim ao longo de todos esses anos.
http://www.passeiopublico.com.br/index2.htm
primeira foto: poste em Algarve (Portugal);
segunda foto: rebaixamento de meio-fio e degraus (como assim?) para deficientes;
terceira foto: outra boa rampa para deficientes (paralela ao passeio), repare na funcionalidade do poste _ para subir é preciso laçá-lo com uma corda, para descer é preciso se ancorar nele (supondo-se que as cadeiras de roda venham equipadas com guinchos e correntes, é claro);
quarta foto: duvido que esta construção seja mesmo em Portugal (isso só pode ser no Brasil);
quinta foto: árvore também funciona como traffic-calming, mas pode ser que tenha ocorrido falha na pavimentação (camada de asfalto pouco espessa);
sexta foto: o cruzeiro no meio da ponte deve ser para marcar o lugar onde provavelmente ocorrem muitas mortes por acidente automobilístico (quanto mais mortes maior fica cruz);
sétima foto: outro tipo de traffic calming, que só deve funcionar mesmo em dia de procissão;
oitava foto: faixa de pedestres com obstáculos.
Este projeto da italiana Monica Nonvicini chama-se Panopticon Loo e fica em Londres. Além do aparelho conjugado em inox, consiste de uma cápsula de vidro com filmes reflexivos (ao contrário do que dizem os textos promocionais, o vidro utilizado é opaco apenas para o lado de onde provém a luz). Não é exatamente um projeto de mobiliário urbano, mas apenas uma instalação artística (note-se a lixeirinha, a caixinha de lenços de papel, e um caderno para anotações como livro de visitas). À noite, com a luz interna acesa, o sanitário se tornará inteiramente devassado para quem passa na rua.

Nem sempre os sites originais permitem abrir suas imagens em outros sites. O ideal para ver as imagens é verificar seus originais nos links abaixo.
Para ver um vídeo em inglês, use o último link abaixo (mas antes é preciso ver 30 segundos de comerciais)
Nada demais, mas vale à pena ler este novo artigo de Jane Jacobs (Publicado originalmente no New York Times, edição de 16 de maio de 2004, sob o título The Greening of the City); Tradução livre: Mauro Almada.
Link:
http://www.vivercidades.org.br/publique/cgi/public/cgilua.exe/web/templates/htm/_template02/view.htm?infoid=734&user=reader&editionsectionid=5
Mais um artigo interessante da revista eletrônica a-matter. Por causa das imagens em FLASH é preciso ir conhecer o artigo através do link abaixo:
http://www.a-matter.com/eng/projects/Bus-station-pr082-01-t.asp
1º case-study: Após quase 100 anos o complexo de siderurgia da Thyssen vira um parque
O complexo siderúrgico da Thyssen em Duisburg-Nord (Vale do Ruhur na Alemanha) produziu aço de 1891-1985, mas agora se transformou num verdejante parque, que incorpora as ruínas e carcaças do arcaico século XX.

Esse tipo de extensiva mudança da paisagem tem sido chamado de afterscape, e evidentemente não se resume à mudança no núcleo das plantas industriais, no caso um parque, mas também aos novos usos para os terrenos entre o antigo núcleo industrial e os núcleos urbanos próximos.

Este tipo de mega-intervenção pode ser uma referência ao que pode acabar acontecendo daqui a uns 50 anos em muitas cidades brasileiras com parques siderúrgicos que ocupam enormes parcelas da área urbana central, como Volta Redonda-RJ, João Monlevade-MG, Cubatão-SP, Timóteo-MG, Ipatinga-MG. Mais ou menos como aconteceu recentemente em Ouro Preto (ver próximo estudo de caso).

As instalações industriais estavam fechadas desde 1995. Os fornos e edificações principais foram deixados quase intactos, apesar de convertidos para abrigar palcos, salas para shows e eventos. As instalações são iluminadas nos fins de semana.
2º case-study: Parque Metalúrgico vira Centro Cultural e promove o crescimento do turismo em Ouro Preto
Post em preparação: aguarde uns dias por favor.




fontes e maiores informações:
http://www.parquemetalurgico.com.br/http://www.ufop.br/inufop.htmhttp://www.ouropreto.com.br/